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dc.contributor.authorTombs, David
dc.date.available2019-12-19T19:48:45Z
dc.date.copyright2019-07
dc.identifier.citationTombs, D. (2019). Crucificação e abuso sexual. Estudos Teológicos, 59(1-2), 119–132. doi:http://dx.doi.org/10.22351/et.v59i1.3579en
dc.identifier.issn2237-6461
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10523/9848
dc.descriptionThis article was first published in Portuguese as David Tombs, ‘Crucificação e abuso sexual’, Estudos Teológicos Vol. 59, No. 1 (July 2019), pp. 119-32. It is an abridged version of David Tombs, ‘Crucifixion, State Terror, and Sexual Abuse’, Union Seminary Quarterly Review, 53 (Autumn 1999), pp. 89-109. The central argument was first presented as David Tombs, ‘Biblical Interpretation in Latin America: Crucifixion, State Terror, and Sexual Abuse’ in the Biblical Hermeneutics Section at the Society of Biblical Literature International Conference, 20 July 1998, Krakow, Poland. It is available at http://hdl.handle.net/10523/9834 (in English) as David Tombs, Crucifixion and Sexual Abuse. Dunedin: Centre for Theology and Public Issues, University of Otago, 2019. Other translations include: http://hd.handle.net/10523/9843 (Spanish); http://hdl.handle.net/10523/9846 (French).en_NZ
dc.description.abstractEste artigo recorre à hermenêutica da libertação latino-americana para ler as narrativas dos evangelhos sobre a crucificação à luz dos relatos de tortura na América Latina. As práticas de tortura empregadas por regimes autoritários da América Latina nos anos 1970 e 1980 mostram como a tortura foi usada para o terror de Estado. Relatos sobre essa época também confi rmam a frequência da violência sexual em práticas de tortura. Aplicando essa perspectiva a uma leitura das narrativas dos evangelhos, o artigo sustenta que os romanos também usaram a crucifi cação como terror de Estado. As crucifi cações romanas eram punições públicas para intimidar e controlar escravos e povos sujeitados. Além disso, para reforçar a mensagem de terror, as crucifi cações incluíam humilhação sexual para degradar e rebaixar suas vítimas. O artigo sustenta que o desnudamento e a exibição de Jesus nu registrados nos evangelhos constituíram uma forma de humilhação sexual e deveriam ser chamados de abuso sexual. Ele também pergunta se outros abusos sexuais poderiam ter ocorrido no pretório. Conclui que a possibilidade de outros abusos é uma questão importante a ser considerada, mesmo que não possa ser respondida com certeza.en_NZ
dc.format.mimetypeapplication/pdf
dc.language.isootheren_NZ
dc.publisherFaculdades EST, São Leopoldo, Brazilen_NZ
dc.relation.ispartofEstudos Teológicosen_NZ
dc.relation.urihttp://hdl.handle.net/10523/9834en_NZ
dc.relation.urihttp://hdl.handle.net/10523/9846en_NZ
dc.relation.urihttp://hdl.handle.net/10523/9843en_NZ
dc.relation.urihttp://hdl.handle.net/10523/8558en_NZ
dc.subjectJesusen_NZ
dc.subjectCrucificaçãoen_NZ
dc.subjectAbuso sexualen_NZ
dc.subjectTorturaen_NZ
dc.subjectTerror de Estadoen_NZ
dc.titleCrucificação e abuso sexualen_NZ
dc.title.alternativeCrucifixion and Sexual Abuseen_NZ
dc.typeJournal Articleen_NZ
dc.date.updated2019-12-18T09:26:38Z
otago.schoolSchool of Arts, Theologyen_NZ
otago.relation.issue1-2en_NZ
otago.relation.volume59en_NZ
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.22351/et.v59i1.3579en_NZ
otago.bitstream.endpage132en_NZ
otago.bitstream.startpage119en_NZ
otago.openaccessOpenen_NZ
dc.rights.statementEste obra está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional.en_NZ
dc.description.refereedPeer Revieweden_NZ
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